Mais do que um registro histórico, o livro “Agente de Cargas” – publicado pela RMM Advocacia e assinado por Fernando Moromizato Jr., Thiago Testini de Mello Miller, Marcel Nicolau Stivaletti e Rafael Silva Ferreira – documenta a transformação de uma categoria profissional que saiu do papel de mera executora de processos para se tornar o cérebro operacional do comércio exterior brasileiro.
“O agente de cargas é o protagonista, muitas vezes invisível, do comércio exterior. Sem sua expertise e dedicação, não existe logística eficiente, segura, competitiva ou capaz de conectar o Brasil ao mundo”, afirma Luiz Ramos, presidente do SINDICOMIS NACIONAL, ACTC e CIMEC.
Segundo Ramos, este livro chega em um momento especial para o setor. “As empresas enfrentam pressões regulatórias sem precedentes, retarifação abusiva, disputas técnicas sobre demurrage, dificuldades na devolução de contêineres e um cenário global desafiador. E é justamente nesse contexto que a obra mostra algo que defendemos há décadas no SINDICOMIS NACIONAL e na ACTC: o verdadeiro diferencial competitivo das empresas brasileiras está na inteligência logística construída pelos agentes de cargas, transitários e operadores logísticos.”
SINDICOMIS NACIONAL e ACTC
Ao reforçar a importância técnica da categoria, o livro ajuda a consolidar a compreensão sobre a dimensão das categorias que o SINDICOMIS NACIONAL e a ACTC defendem, conhecem e representam.
Nos últimos anos, essas entidades protagonizaram o debate regulatório na ANTAQ, conquistaram decisões inéditas sobre práticas abusivas, avançaram na equiparação técnica e jurídica das atividades dos agentes, defenderam a categoria em Brasília nas discussões sobre a reforma tributária, lideraram ações coletivas que garantiram a continuidade do desembaraço aduaneiro e produziram conteúdo técnico para orientar centenas de empresas em temas críticos, entre outras ações.
Essas vitórias representam conquistas de todo o setor, exatamente dos profissionais retratados no livro – os atuais e futuros associados do SINDICOMIS NACIONAL e da ACTC.
O momento retratado no livro é o que vivemos hoje: um setor que precisa de representação firme, madura, técnica e capaz de dialogar institucionalmente com os órgãos reguladores e o Governo Federal. Por isso, cada empresa associada — e aquelas que desejam se associar — desempenha um papel fundamental na construção de um ecossistema mais forte, influente e respeitado.
A continuidade desse trabalho não é apenas uma preferência institucional, mas uma necessidade estratégica para o futuro da categoria. “O agente de cargas não é coadjuvante no comércio exterior. Ele é protagonista. E o SINDICOMIS NACIONAL e a ACTC continuarão sendo a voz que protege, estrutura e fortalece esse protagonismo”, finaliza Ramos.
Assessoria de Comunicação
