Maersk aumentará taxas de proteção de contêineres para embarques ao Brasil a partir de 2026

A Maersk anunciou que irá aumentar os valores dos encargos Container Protect Essential (CP1) e Container Protect Unlimited (CP3) para embarques com destino ao Brasil a partir de qualquer origem do mundo. A mudança entra em vigor em 1º de janeiro de 2026 e permanecerá válida até novo aviso.

Segundo o novo esquema tarifário, o CP1 passará a custar USD 37,05 por contêiner seco e USD 40,85 por reefer, enquanto o CP3 será fixado em USD 57,95 para carga seca e USD 61,75 para refrigerada. Os valores se aplicam a todas as rotas com destino ao país.

A empresa informou que as tarifas são calculadas com base no Price Calculation Date (PCD) — que varia entre reservas Spot e não-Spot — e que os ajustes podem estar sujeitos a cobranças adicionais, como taxas locais ou de contingência.

Como referência, a Maersk divulgou a estrutura tarifária atualmente aplicada no corredor Algeciras (Espanha) – Santos (Brasil), que inclui custos como frete básico, taxas de documentação, manuseio em terminal e serviços relacionados à exportação e importação. Nesse trajeto, o CP1 permanece em USD 37,05 para contêineres secos e USD 40,85 para refrigerados e especiais.

A companhia destacou ainda que essas mudanças não afetam tarifas notificadas ou registradas conforme exigências regulatórias locais. Em rotas sujeitas à US Shipping Act ou às China Maritime Regulations, qualquer alteração só se aplica se estiver prevista em contratos registrados na Federal Maritime Commission (FMC) ou na Shanghai Shipping Exchange.

Com o ajuste, a Maersk afirma buscar garantir a continuidade de seus serviços globais e cobrir os custos associados à proteção de contêineres no comércio internacional com o Brasil.

(Portal Portuário)

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